10.12.12

Dia 09 de dezembro (domingo), foi celebrado o aniversário do Guru Nanak Dev Ji no ICC-SP.



Dia 9 de dezembro (domingo), foi comemorado pela primeira vez em São Paulo, o aniversário de Shri Guru Nanak Dev Ji, fundador da religião Sikh no Centro Cultural Indiano, São Paulo.
É parte da crença religiosa Sikh que o espírito da divindade Guru Nanak, santidade e autoridade religiosa desceu sobre cada um dos nove Gurus subseqüentes quando o Guruship foi atribuídos a eles. Na comemoração tiveram apresentações: de Gatka, arte tradicional marcial da Índia, com o Prof. Gobind Singh Ji, de ritmo Sikh, Tabla Bhai Ajit SRN, além de uma deliciosa refeição coletiva gratuíta - Guru Ka Langar 



































      Simone Orth















    Mr Kamal Jit Singh (Diretor do ICC)




    Florência Costa ( Os Indianos ) e Shobhan Saxena (The Times of India )
   
    Photos by Elza Cohen

 GATKA INDIAN MARTIAL ART


Para saber sobre as próximas atividades do Centro Cultural da Índia (Consulado Geral da Índia - São Paulo), acesse a pagina no facebook e o endereço fisico abaixo:

Alameda Sarutaiá, 380 - Jardim Paulista CEP 01403-010 - São Paulo - SP Tel. / Fax: (11) 3149 3340 

3.12.12

Baraat, o centro das atenções da cerimônia do tradicional casamento Marwari, India - by Nidhin G Poothully

Baarat é o centro de todas as atrações durante uma cerimônia de casamento Marwari.
 O baarat de um casamento Marwari consiste em apenas membros do sexo masculino. O noivo está vestido com um achkan dourado e churidar ou Jodhpuri junto com um bonito turbante na cabeça. Os membros do baarat também estão vestidos com trajes tradicionais. O noivo leva a baarat montando em um cavalo ou em um elefante com uma espada na mão. 
O baraat, liderado por uma exibição de fogos de artifício e acompanhado pelo ritmo da dhol, atinge o ponto de encontro, onde os anciãos de ambas as famílias se encontram. Em hindu casamentos, o noivo é saudado com guirlandas e aarti.
Nas tradicionais casamentos indianos, baraats são bem-vindas no local do casamento com o som de shehnais, que são considerado auspicioso em casamentos por hindus, muçulmanos e sikhs iguais.
O processo completo de um tradicional casamento Marwari, consiste em vários rituais pré-casamento (Pithi) , o casamento ( Baarat) , e pós-casamento (Bidai).

Baraat is a bridegroom’s wedding procession in India. In Indian communities, it is customary for the bridegroom to travel to the wedding venue on a mare, accompanied by his family members.
The baraat can become a large procession, with its own band and dancers The groom and his horse are covered in finery and do not usually take part in the dancing and singing; that is left to the “baraatis” or people accompanying the procession. The groom usually carries a sword.The term baraati is also more generically used to describe any invitee from the groom’s side. Traditionally, baraatis are attended to as guests of the bride’s family.
The baraat, headed by a display of fireworks and accompanied by the rhythm of the dhol, reaches the meeting point, where the elders of both the families meet. In Hindu weddings, the groom is greeted with garlands and aarti. In traditional Indian weddings, baraats are welcomed at the wedding venue with the sound of shehnais, which are considered auspicious at weddings by Hindus, Muslims and Sikhs alike.
Photos and copy write by  Nidhin G Poothully
    Photos and copy write by  Nidhin G Poothully

Photos and copy write by  Nidhin G Poothully
Photos and copy write by  Nidhin G Poothully
Photos and copy write by  Nidhin G Poothully
 
Para ver todas as fotos da cerimônia, acesse o site; http://nidh.in/baraat-marwari-wedding
    
Mais informações sobre um casamento Marwari:
http://headlinesindia.mapsofindia.com/indianwedding/marwari-wedding.html

28.11.12

Os Indianos, na visão da jornalista e escritora Florência Costa, uma publicação da editora Contexto.


Lançamento do livro "Os Indianos", o primeiro livro abrangente sobre a Índia escrito por uma brasileira, Florência Costa.
O lançamento oficial do livro foi nessa terça (27.11) na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, SP onde se encontra a venda. Eu estive lá e fiz alguns registros.
Para mais informações: Florencia Costa é uma jornalista brasileira e é casada com o jornalista indiano Shobhan Saxena.

Entrevista com a autora sobre o livro no portal IG

Editora Contexto: 
www.editoracontexto.com.br/lancamentos/indianos-os.html





                         Florencia Costa
     Mr Kamal Jit Singh (Diretor do ICC) and Consul Raman e amigos que estavam presenets no lanç.




    Florencia Costa e Shobhan Saxena
       Florencia Costa e Shobhan Saxena
    Photos by Elza Cohen

27.11.12

Chandigarh, primeira cidade planejada da India - projetada pelo arquiteto Le Corbusier








Chandigarh é a capital dos estados do Punjabe e de Haryana, na Índia. Localiza-se no noroeste do país, no território do mesmo nome, entre os dois Estados. Tem cerca 1.003.301 habitantes. Foi fundada em 1947 após a divisão da Índia para servir de capital à parte indiana do Punjabe. A antiga capital do estado, Lahore, ficou em território paquistanês. Em 1966, o Punjabe foi dividido, ficando Chandigarh a capital de dois estados: o novo estado de Haryana e o Punjabe.
http://en.wikipedia.org/wiki/Chandigarh

A cidade de Chandigarh está situada na base da Cordilheira do Himalaia, a 333m acima do nível do mar, a cerca de 260km a noroeste da capital indiana, Nova Deli. Todo o trabalho urbanistico e arquitetônico de Le Corbusier aqui mencionados, está localizado na fase de Chandigarh “One”, uma área de aproximadamente 70km², que pode ser considerada como a cidade “Histórico Core”.
A idéia da construção de Chandigarh foi concebida logo após a independência da Índia, em 1947, quando a perda de sua histórica capital, Lahore, mutilou o estado de Punjab. Fez-se necessária, a criação de uma nova cidade para abrigar os inúmeros refugiados e para fornecer uma sede administrativa para o recém-constituído governo de Punjab. Em 1951 iniciaram-se as obras da primeira fase, que, em sua maioria, foi concluída em 1965. Chandigarh foi modelada como uma cidade de prestígio, como um ideal estético, e, acima de tudo, como uma utopia social. No processo, tornou-se a primeira cidade pós-colonial na Índia, com o objetivo de fornecer uma infra-estrutura cultural e social, alem de oportunidades iguais para todos. A princípio o projeto seria feito pelo arquiteto Nowicki, todavia Le Corbusier assumiu a responsabilidade após a súbita morte de Nowicki, em 1950. Le Corbusier era o principal conselheiro no planejamento arquitetônico até sua morte, em 1965. Pode-se dizer que o papel mais importante desempenhado por Le Corbusier em Chandigarh foi na concepção moderna da forma urbana da cidade.
As bordas naturais formadas pelos morros e os dois rios na planície levemente inclinada com bosques de árvores de manga são um leito sinuoso em toda a sua extensão. As estradas e linhas ferroviárias existentes foram devidamente levadas em consideração na distribuição das funções, que instituem a hierarquia das estradas, fazendo a ligação das diferentes partes da cidade - como o Capitólio (a ‘cabeça’), o Centro da cidade (“o coração”), a Universidade e a zona industrial (os dois “membros”).
Até hoje ela é considerada uma das cidades mais ricas da Índia com seus aproximados 60 triângulos de 800 a 1200 metros ligados por grandes avenidas. (fonte: blog Villa Savoye - Profª Daniela Alcântara.)